O PÁSSARO DE PAPEL em Montalegre
2010-02-02 11:26O Centro de Criatividade – Póvoa de Lanhoso (CCPL) apresenta, nos próximos dias 3, 4 e 5 de Fevereiro, O PÁSSARO DE PAPEL, no Pavilhão Multiusos em Montalegre.
Esta produção que teve antestreia no dia 22 de Janeiro da Póvoa de Lanhoso, já passou por Fafe e chega agora a Montalegre, com apresentações no dia 3 às 14h30, dirigida à comunidade escolar; no dia 4 às 10h00 e 14h30, dirigida à comunidade escolar; e no dia 5 às 21h30, dirigida ao público em geral.
O PÁSSARO DE PAPEL é o mais recente espectáculo produzido pelo Centro de Criatividade – Póvoa de Lanhoso. Esta nova produção, como todas as outras montagens do CCPL, insere-se num projecto amplo de continuidade que procura evoluir passo a passo com o despertar das sensibilidades do espectador.
Com dramaturgia inspirada no conto recolhido pela pesquisadora brasileira AGLAÉ D’AVILA FONTES, recriado e encenado por Moncho Rodriguez (Director Artístico do CCPL), O PÁSSARO DE PAPEL iniciou o seu voo em Janeiro, pretendendo percorrer um circuito alternativo dentro da Rede de Parceiros do CCPL.
Para esta produção, foram convidadas as actrizes Sofia Lemos e Isabel Pinto, que integram o elenco do espectáculo, que tem música de Narciso Fernandes e cenários virtuais de Margarida Moura Guedes, Rui Gato e Catarina Sobreiro.
O PÁSSARO DE PAPEL pretende ser aceite por todos os públicos como uma celebração poética, que alerta para questões que não podem ser esquecidas, temas como da exclusão, do aceitar e saber conviver com as diferenças, do respeito as individualidades, principalmente neste momento onde corremos riscos de perda da identidade em prol de uma globalidade avassaladora. Este espectáculo é ainda e principalmente, um incentivo ao sonho como necessidade humana, vital.
Pela sua simplicidade e ao mesmo tempo pela linguagem plástica e poética, conseguida na fusão de imagens, música, texto, interpretação e movimento, O PÁSSARO DE PAPEL pode estar nos mais diferentes palcos e ser celebrado junto dos mais diversos públicos, razão pela qual irá visitar lugares onde dificilmente as grandes produções podem chegar.
Pretende-se cumprir com este O PÁSSARO DE PAPEL o sonho de um novo teatro que possa realizar uma verdadeira descentralização. Numa região tão carente como a nossa, incentivar a vontade de sonhar, por si só, justifica a produção deste espectáculo.
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